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Tema | 2019

Dansk!!BR

O festival de comemoração de 10 anos do ICD

A arte e a cultura não são apenas o sal, mas também a pimenta da vida. É alegria, curiosidade, identidade, humanidade, imaginação, provocação e celebração.

No ano de 2018, o Instituto Cultural da Dinamarca no Brasil celebrou 10 anos de frutífero intercâmbio entre as culturas dinamarquesa e brasileira. Para comemorar, organizou o grande festival DANSK!!BR, que aconteceu na Cidade das Artes, entre os dias 9 e 11 de novembro.

 

 

Se formos nomear os principais chavões dos nossos tempos, muitos membros da comunidade empresarial provavelmente concordariam que eles incluiriam ‘criatividade’ e ‘inovação’. Naturalmente, a criatividade é uma ferramenta diariamente presente no que fazemos no Instituto Cultural da Dinamarca (ICD), e estamos muito orgulhosos de anunciar que o nosso festival comemorativo de 10 anos da sede brasileira, DANSK!!BR, de novembro de 2018, não foi nada menos que um salto inovador para a organização. Somos muito esperançosos para os anos de intercâmbio cultural entre o Brasil e a Dinamarca que ainda estão por vir.

 

O festival contou com colaborações artísticas de brasileiros e dinamarqueses, e novos encontros em dança, música, cinema, urbanismo, literatura, ainda oferecendo espaço para uma continuação das apresentações de alguns artistas por outras cidades pelo Brasil.

 

Trinta e quarto artistas fizeram parte de 28 eventos, para um público total de 3.500 na Cidade das Artes, Rio de Janeiro. Um público de mais de 700 cabeças participaram de outros braços do festival: o festival de cinema CineKlap; Dinamarca em Foco (CCBB RJ); ‘Changing Mindsets’, exposição de Jan Gehl, no Centro Carioca de Design. Somando tudo, foi um público total de 4.200.

 

O impacto midiático foi significativo, com um alcance de 11 milhões de pessoas e um valor estimado de 3 milhões de reais.

O festival comemorativo DANSK!!BR celebrou uma década de colaboração cultural entre a Dinamarca e o Brasil. Eu acredito que projetos culturais podem unir países e pessoas, e é por isso que o Instituto Cultural tem um papel muito significativo ao encorajar relações dinamarquesas-brasileiras. Colaborações culturais servem de pontes de diálogo e troca de ideias entre nossos países - e conscientização cultural é essencial para erradicar o fanatismo e a ignorância. Eventos como o festival do ICD definitivamente impulsionam a Dinamarca como uma marca no Brasil, além de facilitar novas colaborações - não apenas dentro da indústria cultural, mas em negócios de maneira geral.
Nicolai Prytz, Embaixador da Dinamarca no Brasil

DANSK!!BR HIGHLIGHTS

 

BAIANA SYSTEM

Um dos maiores nomes da música urbana brasileira do momento, tanto nacional- quando internacionalmente. Envoltos em rimas e melodias do vocalista Russo Passapusso, a Baiana System explora o folclore da Bahia com muita atitude e ousadia, adicionando ragga e dancehall à sua mistura poderosa. A banda ficou muito animada com a nova colaboração com o produtor dinamarquês Rumpistol, que adicionou uma dimensão a mais no poderoso show.

 

RUMPISTOL

Jens B. Christiansen produz seu som na música eletrônica pelo pseudônimo Rumpistol há 15 anos, performando em festivais e palcos pelo mundo. Em 2017, ele foi premiado com um “Danish Music Awars” (Premiação Musical Dinamarquesa) pelo álbum ‘Kalaha’. A ligação de Rumpistol com o Brasil começou com uma turnê em 2015, promovida pelo ICD, encabeçando a abertura do Festival Multiplicidade no Planetário do Rio, performando ao lado do VJ Muti Randolph. A sinergia forte entre os dois artistas fez Muti criar seu show na cerimônia de abertura das Paraolimpíadas com base nas músicas de Rumpistol, no Rio em 2016.

 

CEIA DE BABETTE

Imagine chegar para um concerto ao som da famosa trilha sonora de Per Nørgård elaborada para o premiado filme de Gabriel Axel, ‘Ceia de Babette’, seguido de uma recriação completa da ceia de Babette pelo chef de cozinha Simon Lau, no restaurante da Cidade das Artes. Simon Lau foi votado um dos melhores chefs no Brasil. Seu trabalho conectou a Nova Culinária Nórdica ao Brasil de forma a encher bocas de saliva por anos em seu restaurante Aquavit em Brasília, e realizar este evento foi um sonho se tornando realidade para ele.

 

ANDREAS BORREGAARD

Andreas Borregaard é reconhecidamente um dos jovens acordeonistas mais emocionantes do mundo, frequentemente desafiando limites tradicionais. No Brasil, Andreas apresentou obras de alguns do maiores compositores dinamarqueses contemporâneos, sendo várias dessas obras escritas exclusivamente para o músico, abrangendo de trabalhos multimidiáticos para o acordeão e projeções de vídeo, novas colaborações com músicos brasileiros, até reinterpretações de músicas folclóricas dinamarquesas. Uma exploração ao vivo do instrumento, que é essencial a tantos estilos musicais brasileiros, e também parte de um movimento dinamarquês de música contemporânea internacionalmente aclamado.

 

CRASH

Sete talentosíssimos dançarinos e dois músicos se fundem através de fronteiras internacionais em uma performance sobre encontros culturais, a compreensão mútua e a colisão entre eles. A peça de dança contemporânea dinamarquesa/brasileira, coreografada por Stephanie Thomasen, dançarina premiada do Uppercut Dance Theater, chegou no Rio de uma sequência de performances na França e na Dinamarca, e, posteriormente, seguiu turnê em São Paulo, performando na Galeria Olido, no Teatro Flávio Império e no Centro Cultural da Juventude.

 

DINAMARCA EM FOCO

Nosso festival de trilogias cinematográficas, parte do DANSK!!BR, ficou em cartaz em novembro no CCBB do Rio de Janeiro, e depois seguiu para o CCBB de Brasília em dezembro e para o CCBB de São Paulo em janeiro. O festival apresenta uma programação de 19 filmes contemporâneos, incluindo filmes de ficção e documentários com um foco curatorial em artes dinamarquesas, urbanismo, design, sustentabilidade e política.

 

DJ MAM

Além de tocar em grandes eventos brasileiros, como o a comemoração de Reveillón em Copacabana, e encabeçando seu próprio selo e festival ‘Sotaque Carregado’, o protudor carioca DJ MAM colabora com artistas dinamarqueses como Kenneth Bager e Pharfar desde 2015, e já performou no Festival de Roskilde, na Dinamarca. No DANSK!!BR, o artista apresentou sua mais recente colaboração com o jovem artista dinamarquês Alo Wala. Sinto cheiro de remix!!

 

MUTI RANDOLPH

Um dos pioneiros em arte digital no Brasil, trabalhando com 3D virtual e espaços 3D reais, criando sets, instalações e projetos de arquitetura de interiores. Em seu trabalho, ele explora a relação entre tempo e espaço através da música de vídeo generativo interativo, usando softwareshardware personalisados. Seus projetos estão presentes nas publicações mais relevantes de arte, design e arquitetura. O ICD se orgulha de ter dado continuação a essa parceria criativa com Rumpistol, ocupando largas estruturas da Cidade das Artes com mapeamento ao vivo e som. Muti também foi curador do Mapping Challenge, uma competição promovida pelo DANSK!!BR para jovens artistas digitais.

 

EXPOSIÇÃO JAN GEHL

Um arquiteto mundialmente famoso que nunca construiu uma casa? Sim! A exposição celebrou os 80 anos do “repensador” urbano dinamarquês Jan Gehl, pioneiro em conceitos inovadores como Liveable Cities*, Architecture For People*, Walkability* and Bikeabitily*. Seu trabalho fez de Copenhague a melhor capital para bicicletas, com ruas sem carros. Ele redefiniu centros urbanos pelo mundo todo, incluindo Nova Iorque, Sydney, Paris e São Paulo, durante seus 50 anos de carreira, inventando jeitos de fazer cidades “que as pessoas ficariam mais felizes de usar”.

 

*Cidades Para Se Viver, Arquitetura Para Pessoas, Caminhabilidade, Ciclabilidade.


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Personalidades no festival: